A segurança do paciente no SUS é realmente prioridade ou ainda permanece no campo normativo? O artigo confronta a distância entre diretrizes formais e a realidade das emergências superlotadas, onde incidentes evitáveis continuam ocorrendo. Ao defender a cultura justa, a análise sistêmica pelo Protocolo de Londres e o fortalecimento dos Núcleos de Segurança do Paciente, o autor propõe uma mudança estrutural: tratar a segurança não como custo, mas como investimento indispensável à governança clínica e à sustentabilidade do sistema